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O início na comunicação

Não foi só como pessoa que Marcel cresceu com os árduos estudos no Ensino Médio. Com apenas 17 anos, ele já estava cursando Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.


A primeira oportunidade profissional não demorou a ser dada a Capretz. No segundo ano da faculdade, Dr. Tobias Muzaiel, proprietário da Rádio Difusora de Jundiaí, resolveu apostar no então garoto. Capretz foi contratado para cobrir o cotidiano e a área policial da cidade.
Em pouco tempo, ele já se destacava noticiando sempre em primeira mão, no jornal matinal da emissora, os principais fatos da madrugada. Diante disso, Marcel foi designado também para apresentar o jornal de sábado da rádio.


Percebendo que com o seu esforço as oportunidades apareceriam naturalmente, Capretz resolveu investir ainda mais na profissão. Paralelamente a faculdade de comunicação e ao emprego na Difusora, ele ingressou no Curso de Radialismo do Senac-SP, para obter o certificado oficial de locutor, e passou a ter sessões particulares com uma fonoaudióloga, com o objetivo de ser aperfeiçoar no rádio e desenvolver aptidões para trabalhar em TV . O jovem jornalista também sempre se dedicou aos estudos de idiomas. Ele fez cursos de inglês e espanhol para ter fluência em ambas as línguas. "É fundamental que todo apresentador, repórter conheça várias línguas. Dominar o inglês e o espanhol é apenas o mínimo", conta.

Mas mesmo ganhando notoriedade com as matérias investigativas e policiais, Marcel queria também ingressar na equipe de esportes da Rádio Difusora. E foi o que aconteceu quando ele entrou no terceiro ano de Jornalismo. Primeiramente, Capretz começou como plantão esportivo, mas logo na sequência passou a ser repórter de campo e âncora das transmissões.


O bom desempenho no microfone chamou a atenção de outros veículos de comunicação de Jundiaí. Tanto que com menos de dois anos de Rádio Difusora, Marcel é seduzido por um interessante "pacote" que se alinhavava; ele foi convidado para ter o seu próprio programa de televisão, na TV Japi, a escrever no Jornal da Cidade e para ser repórter de campo na Rádio Cidade. "Quando sai da Difusora, passei a ter uma rotina muito agitada, pois além de ainda estar terminando os estudos, tinha que dirigir e apresentar o programa na TV, que era semanal, às segundas-feiras, e cobrir os principais jogos do Paulista de Jundiaí pela Rádio Cidade e pelo jornal. Mas valeu muito a pena. Ao passo que era cansativo, era um orgulho estar apenas no terceiro ano da faculdade e, por exemplo, já ter o meu próprio programa de televisão", relembra.

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